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Aviação Executiva no Brasil: Por Que Cresce Além da Malha Comercial?

A aviação executiva no Brasil está em ascensão, apresentando um crescimento notável que supera a malha aérea comercial tradicional. Impulsionada pela busca por flexibilidade, conveniência e acesso a locais com infraestrutura aeroportuária limitada, essa modalidade de transporte aéreo se consolida como uma alternativa estratégica para empresas e indivíduos. Este artigo explora os fatores que contribuem para essa expansão, as tendências do mercado e o impacto na conectividade do país. Por Que a Aviação Executiva Ganha Terreno? Diversos fatores explicam o crescimento da aviação executiva no Brasil. A principal razão reside na flexibilidade de horários e rotas. Diferentemente dos voos comerciais, que seguem horários e destinos predefinidos, a aviação executiva permite que os passageiros personalizem seus itinerários de acordo com suas necessidades específicas. Outro ponto crucial é o acesso a localidades não atendidas pela aviação comercial. Muitas cidades e regiões do Brasil possuem aeroportos menores ou pistas de pouso que não são servidas por companhias aéreas tradicionais. A aviação executiva preenche essa lacuna, conectando esses locais e facilitando o acesso a áreas remotas. Além disso, a eficiência e o ganho de tempo são vantagens significativas. Evitar filas, procedimentos de segurança demorados e a necessidade de conexões em grandes centros urbanos otimiza a jornada do passageiro, permitindo que ele chegue ao seu destino de forma mais rápida e confortável. Panorama do Mercado e Crescimento Recente Segundo dados da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), o setor de aviação executiva registrou um crescimento significativo nos últimos anos. Em 2023, o número de aeronaves em operação no Brasil atingiu [Inserir dado atualizado do artigo original], demonstrando a crescente demanda por essa modalidade de transporte. O aumento da frota de aeronaves executivas também impulsionou a geração de empregos e o desenvolvimento de empresas relacionadas ao setor, como manutenção, treinamento de pilotos e serviços de apoio em aeroportos. Perfis dos Usuários da Aviação Executiva A aviação executiva atende a uma variedade de perfis de usuários. Tradicionalmente, o setor era dominado por grandes empresas que utilizavam aeronaves para transportar seus executivos e equipes em viagens de negócios. No entanto, nos últimos anos, houve um aumento no número de indivíduos de alta renda que optam por adquirir ou alugar aeronaves para uso pessoal. Outro segmento em crescimento é o de turismo de luxo, com viajantes que buscam experiências exclusivas e personalizadas. A aviação executiva oferece a possibilidade de explorar destinos remotos e desfrutar de serviços de alta qualidade, tornando a viagem ainda mais especial. Impacto na Conectividade Regional e Desenvolvimento Econômico A aviação executiva desempenha um papel importante na promoção da conectividade regional e no desenvolvimento econômico de diversas localidades. Ao facilitar o acesso a áreas remotas, essa modalidade de transporte contribui para o crescimento do turismo, o desenvolvimento de negócios e a geração de empregos. Além disso, a aviação executiva pode ser utilizada para transportar cargas urgentes, como medicamentos, equipamentos médicos e peças de reposição, em situações de emergência ou em locais onde o acesso terrestre é difícil. Desafios e Perspectivas Futuras Apesar do crescimento promissor, a aviação executiva no Brasil enfrenta alguns desafios, como a alta carga tributária, a burocracia e a falta de infraestrutura em alguns aeroportos. Superar esses obstáculos é fundamental para garantir a sustentabilidade do setor e impulsionar seu desenvolvimento. As perspectivas para o futuro da aviação executiva no Brasil são positivas. Com a crescente demanda por flexibilidade, conveniência e acesso a locais remotos, espera-se que o setor continue a crescer nos próximos anos, consolidando-se como uma alternativa estratégica para empresas e indivíduos. Fontes: Aeromagazine. https://aeromagazine.uol.com.br Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). https://abag.org.br/

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Lançado novo aeroporto executivo em goiás.

Um novo aeroporto voltado para a aviação executiva está sendo construído no Brasil. O Antares Polo Aeronáutico terá o lançamento da pedra fundamental nesta terça-feira (19), contando com a presença de convidados e autoridades. O novo aeroporto está sendo construído em Aparecida de Goiânia, em Goiás, com os serviços de terraplanagem em andamento desde meados de julho. A expectativa é investimentos na ordem de R$ 100 milhões, com uma área de 2,096 milhões m² de área total, dos quais 611 mil m² de área vendável, distribuídas em 455 hangares com metragens entre 1.000 m² e 1.500 m². O foco do negócio será atender especialmente aeronaves da aviação geral, dos pequenos monomotores até grandes jatos de negócios. O empreendimento pretende oferecer serviços de logística, manutenção, formação de pilotos, assim como espaço para hangaragem de aeronaves. “Com isso, um novo nicho de oportunidades de empregos qualificados irão surgir, o que movimentará até mesmo universidades e centros de formação especializados. O Antares, por exemplo, quando estiver em pleno funcionamento, irá gerar mais de três mil postos de trabalho”, prevê Paulo Roberto da Costa, diretor da Tropical Urbanismo, uma das cinco empresas que integram o grupo empreendedor responsável pelo polo aeronáutico. Além da Tropical Urbanismo, integram o grupo empreendedor a Innovar Construtora, CMC Engenharia, BCI Empreendimentos e Participações e a RC Bastos Participações.  A escolha da cidade goiana ocorreu após análise do potencial de crescimento da aviação geral no Centro-Oeste, região com amplo uso de aviões, em especial por empresários do agronegócio e executivos da indústria. “Aparecida de Goiânia converge todas as potencialidades que um projeto como esse requer. É altamente industrializada e está no coração do país, a 210 quilômetros do DF [Distrito Federal]”, Paulo Roberto, diretor da Tropical Urbanismo, ao destacar a localização geográfica do Antares. As obras divididas em cinco fases, deverá ter a primeira etapa construída até 2024, com 72 lotes entregues, pista de pouso certificada, além de área de embarque e desembarque e toda a infraestrutura necessária para os hangares, como energia elétrica, sistema de abastecimento de água, pavimentação asfáltica e toda a área fechada com portaria monitorada. Aeroporto no interior de Goiás pretende atender a elevada demanda da aviação geral no Centro-Oeste do Brasil Principal estrutura a ser construída no Antares Polo Aeronáutico, a pista de pouso e decolagens contará com 1.800 metros de extensão ou cumprimento, por 30 de largura, o que dá um total de 54 mil m².  A pista será capaz de receber todos os modelos de aviação geral, jatos executivos, monomotores, bimotores, até o Gulfstream 650. A pista de pouso e toda a pavimentação do empreendimento será feita com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), que é o material mais utilizado hoje em dia em pistas de aeroportos pelo Brasil.

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LABACE 2023 terá mais de 100 expositores

A edição deste ano da LABACE (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), que acontece entre os dias 8 e 10 de agosto, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, contará com mais de 100 expositores entre fabricantes de aeronaves, fornecedores de peças e equipamentos, empresas de manutenção, provedores de treinamento e toda a comunidade de negócios e suporte ao segmento. A feira organizada pela ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), já está com todos os espaços de exposição comercializados. Nas instalações do aeroporto de Congonhas, cerca de 70 aeronaves serão demonstradas. O público ao longo dos três dias de evento é estimado em 15 mil pessoas. A LABACE destaca a importância da aviação de negócios no país. Cerca de 90% da frota nacional de aeronaves pertence à aviação geral e mais quatro mil pontos de pouso e decolagem no Brasil são dedicados ao segmento. Para comparação pouco mais de 100 aeroportos no país são atendidos pela aviação comercial, sendo que dos 5.500 municípios brasileiros, apenas 130 recebem voos comerciais.

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